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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Poema a Pai Benedito da Cachoeira


Meu Querido e bondoso Pai Benedito da Cachoeira!

Fico de joelhos a sua frente, Pai Benedito da Cachoeira, vejo seus olhos cansados do sofrimento de outrora e suas mãos tremulas e cansadas segurando o terço de Nossa Senhora, terço este embutido nos calos de suas mãos que outrora trabalharam muito, mãos estas que também abençoaram os doentes que o procuravam.

Agradeço por estar aqui presente em sua frente querido Preto velho, muitas vezes senti a dor de não conseguir meus objetivos, mas olhando para o senhor veja que as chagas do meu ego são pequenas comparadas as de seu corpo.

Clamo por ti entidade do bem da compreensão e da cura, curai-me das injustiças terrenas, interceda meu pedido de perdão a Nossa Senhora, por meus erros e atos cometidos, clamo não só por mim mas também a misericórdia dos aflitos de alma, por todos aqueles que sofreram como ti meu Preto Velho querido, peço pela justiça dos prejudicados, pela recuperação dos adoentados, pela clareza dos infiéis, pela paz aos homens de guerra, pela liberdade dos inocentes, pela natureza agredida, e pela sabedoria dos nossos governantes.

Acredito na purificação pelas suas mãos, o querido Preto velho, zelador como sois de Nossa Senhora, imantado pelo seu manto sagrado, suplico em minha prece, o nobre interventor, acalente em meio seio a guarda de sua bondade, cobre-me com suas mãos o sagrado afeto misericordioso.

Peço a este Preto Velho pai de milhares de filhos, a acolhida deste seu mais novo varão, pois tendes acolhidos tantos aflitos, coloco-me de joelho aos seus pés nobre Velhinho, peço seu acalanto, sua bondade, seu amor, sua benção e que o senhor olhai por mim e minha família e todos aqueles que necessitam do bondoso pai velho.

Como a água da cachoeira que percorre regiões oferecendo seu liquido aos sedentos, dando vida a natureza e produzindo o alimento dos famintos, guarda com ti minhas lagrimas de sofrimento assim posso contribuir com a correnteza dos desesperados, liquido este que jamais derramarei por tristeza, pois agora sou seu filho o PAI BENEDITO DA CACHOEIRA.

Poema Dedicado A Pai Benedito da Cachoeira
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Autor Pai Emidio de Ogum

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