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sábado, 28 de novembro de 2009

Umbanda com amor e carinho



A "origem" da Umbanda

Paz!
Com relação a terminologia "Umbanda", a única referência com duvidosa precisão, é uma derivação do termo m’bundo (feiticeiro). Entretanto, m’bundo para Umbanda, há uma razoável diferença, que levaria a raciocinar com outras origens da escrita. Assim, s.m.j., a expressão Umbanda começou a ser mencionado de forma espontânea e simultânea em várias regiões do Brasil, a partir da década de 30 do século XX. Portanto, apesar de compreender a Umbanda como o Todo, Eterna e Infinita, mas buscando uma definição de local, nacionalidade, enfim, uma referência física e concreta, a sua origem é brasileira, tendo como marco o advento de 15 de novembro de1908, onde um Caboclo (Entidade travestida de índio), denominado "Caboclo das Sete Encruzilhadas", manifestou-se num centro espírita, num indivíduo de formação católica, que foi Zélio de Moraes.
Para análise, pois muitos interpretam o seu termo como de origem africana, mas algo fica latente, pois a influência melanida não ocorreu apenas no Brasil. Africanos foram levados para a América Central e para a América do Norte, também. Assim, crê-se que o termo é uma soma de valores e expressões, que cruzam o planeta em suas diversas etnias e entendimentos religiosos, além da previsível e real influência espiritual. Se o termo surgiu no Brasil, por que não aconteceu o mesmo na América Central e do Norte? E, fica ainda a questão do registro oficial de um "Caboclo" em um "Centro Espírita" e não numa "Roça". E, na sua concretização houve um sincretismo absoluto com ícones Indo-heleno-semitas. Assim, tem-se a convicção de que a Umbanda está acima dos conceitos de fronteiras físicas, percebendo-a como uma manifestação, que tocará a alma de cada um. Se é Umbanda, Umbanda Branca, Umbanda de Mesa, Umbanda Esotérica, "Umbandomblé", Umbanda Evangélica, etc, a Umbanda, é única, com vários níveis de entendimento e manifestação, sem que qualquer um deles seja superior a outro. Todos estão corretos! Da mesma forma, que os demais movimentos filo-religiosos estão debaixo deste mesmo "guarda-chuva", inclusive os humanistas, creacionistas, etc...
Compreende-se que os valores e expressões que compõem a base da crença, são aquelas experimentadas ou analisadas durante a vida, que de uma forma geral, é o resultado da soma dos valores que crêem serem positivos de movimentos filo-religiosos diversos. E, de forma específica, são as práticas realizadas que permitiram sintonizar com as coisas divinas. Sob a perspectiva do entendimento de um questão, são necessários vários caminhos, orientados pelos pensamentos e sentimentos, que por conseqüência nos levam à ação, através da pesquisa, estudo, vivência, prática, experimento, etc. Assim as suas origens estão indubitavelmente ligadas as raízes, indo-heleno-ariano-semitas, africanas e ameríndias, através da manifestação de fé do Cristianismo-Judaico, Cristianismo-Heleno, Judaismo, Protestantismo, Bastimo, Espiritismo, Rosa-Cruz, Evangelismo, Xamanismo, Culto de Nação, Hinduismo, Budismo, Messianismo, etc. Sem perder de vista, ainda açambarca aspectos da ciência, traduzidos pela Astrologia, Geomância, Numerologia, Cabala, entre outras.
Aí, surge o fato de quererem a sua codificação, normatização e outros afins, o que não é possível. Sendo as religiões dos homens e não de Deus, traduzindo as diversas formas para entender as coisas divinas, bem como encontrar o "caminho de volta". Particularizando o Movimento Umbandista, devido a sua própria natureza hetereogênea, é utópico querer codificá-la, além dos próprios valores individuais. Estabelecer a religião "por decreto", especialmente nos dias de hoje, quando o acesso a informação e conhecimento é "democrático", seria uma grande perda de tempo. Talvez, uma das chaves do passado, simbolizada na tábua dos X Mandamentos, fosse a mais adequada, para que o Movimento Umbandista reforce os conceitos de fortaleza, firmeza, entendimento, sabedoria, vontade, justiça, humildade, tolerância, "castidade", etc. Agora, se houver um esforço, para tentar modelar a sua forma, corre-se o risco de acontecer o que aconteceu e acontece com os demais movimentos, pois além de ficarem "engessados" (presos a regras, não se atualizando), certamente será a abertura para as "revoluções".
A religião, envolvendo toda a sua forma, é e sempre será individual, pois cada um compreenderá de seu jeito (pensamento e sentimento). De certo, os afins o farão juntos, pois "pássaros da mesma plumagem, andam em bandos".
Assim, o Movimento Umbandista, decorrente de seu ecletismo, permite a discussão e entendimentos (apesar de alguns desentendimentos), mas isto é evolução.

Axé a todos
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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