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domingo, 11 de abril de 2010

E Q M Esperiencia de Quase Morte


Quem passa por EQM?

Em 1982, o pesquisador George Gallup Jr. e o autor William Proctor publicaram "Aventuras na imortalidade", um livro sobre EQM baseado em duas pesquisas do Instituto Gallup abordando especificamente a quase morte e a crença na vida após a morte. Esse levantamento continua sendo a fonte mais usada para estatísticas sobre EQM.
Gallup e Proctor descobriram que 15% de todos os americanos que passaram por situações de quase-morte relataram EQMs. Dessas, 9% incluíam uma "experiência clássica fora do corpo", 11% incluíam entrar em outro domínio ou dimensão e 8% salientavam a presença de seres espirituais. Somente 1% relatou EQMs negativas. Mas esses dados têm mais de 20 anos e outros pesquisadores, cujos estudos foram, geralmente, feitos em menor escala, relatam estatísticas sobre EQMs, que podem variar bastante do levantamento feito em 1982.
Uma análise estatística de mais de 100 indivíduos que tiveram EQM revelou que as crenças religiosas prévias e o conhecimento prévio destas experiências não tinham um efeito considerável na probabilidade de se ter uma EQM.



Em 1991, Pam Reynolds, moradora de Atlanta, Georgia, teve uma experiência de quase morte (EQM). Reynolds se submeteu a uma cirurgia de aneurisma cerebral e o procedimento exigiu que os médicos drenassem todo o sangue de seu cérebro. Ela foi mantida literalmente com morte cerebral pela equipe médica durante 45 minutos. Apesar de ter estado clinicamente morta, quando foi ressuscitada ela descreveu coisas incríveis. Relatou experiências que teve enquanto estava morta, como conversar com parentes mortos. O mais surpreendente de tudo é que Reynolds conseguiu descrever aspectos do procedimento cirúrgico, como a serra de ossos usada para remover parte de seu crânio (em inglês) [fonte: Parker (em inglês)].
O que é extraordinário (embora não seja único) no caso de Reynolds é que se trata de uma combinação de experiência de quase morte e experiência fora do corpo (EFC). A ciência também progrediu na explicação desses estranhos fenômenos. Dois estudos sobre esses dois aspectos da experiência de Reynolds aconteceram em 2007. Cada um parece explicar como uma pessoa pode ter uma EQM, mas explicam experiências como as de Reynolds?
Near-death experiences
Courtesy StockXchng 
Estima-se que aproximadamente 18% das
pessoas que ressuscitaram depois de ataques
cardíacos relataram experiências de quase morte
Aproximadamente 18% das pessoas trazidas novamente da morte após um ataque cardíacodisseram ter tido uma EQM [fonte: Time (em inglês)]. Muitos religiosos podem não se surpreender com essas descrições, mas a idéia de que a consciência e o corpo humano existem separadamente intriga a ciência. Uma pessoa com morte cerebral não deveria ser capaz de formar novas memórias - ela não deveria ter nenhum tipo de consciência, na verdade. Então, como pode algo além da metafísica explicar as EQMs?
Um estudo da Universidade de Kentucky rapidamente ganhou território entre os cientistas como possivelmente a melhor explicação para as EQMs. Os pesquisadores dessa universidade teorizaram que o misterioso fenômeno é, na verdade, um exemplo de disfunção do sono, invasão de movimento rápido dos olhos ou invasão MRO. Nesse distúrbio, a mente de uma pessoa pode acordar antes de seu corpo, tendo alucinações e a sensação de estar fisicamente solta do corpo.
Os pesquisadores de Kentucky acreditam que as EQMs são, na verdade, invasões MRO acionadas no cérebro por eventos traumáticos, como ataques cardíacos. Se isso for verdade, significa que as experiências de algumas pessoas após a quase morte são uma confusão por terem entrado rápida e inesperadamente em um estado de sonho.
Essa teoria ajuda a explicar o que sempre foi um aspecto complicado sobre as EQMs: como as pessoas podem experienciar visões e sons depois de confirmada a morte cerebral? A área em que a invasão MRO é acionada fica no tronco cerebral - região que controla a maioria das funções básicas do corpo - e ela pode funcionar independentemente da parte superior do cérebro. Então, mesmo depois de as partes superiores do cérebro terem morrido, o tronco cerebral pode continuar funcionando e a invasão MRO ainda pode acontecer [fonte: BBC (em inglês)].
Essa parece ser uma boa explicação para as EQMs, mas e as EFCs? Elas são a mesma coisa? Leia a próxima seção para descobrir as diferenças entre as experiências de quase morte e as experiências fora do corpo.
Josh Clark. "HowStuffWorks - A ciência explica a vida após a morte?". Publicado em 23 de outubro de 2007 (atualizado em 15 de janeiro de 2009) http://pessoas.hsw.uol.com.br/ciencia-vida-apos-morte.htm (20 de julho de 2009)



Axé a todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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