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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Intolerância religiosa somos iguais a eles?



Somos iguais a eles?:

“Historicamente, a intolerância está presente na esfera das relações humanas fundadas em sentimentos e crenças religiosas. É uma prática que se autojustifica em nome de Deus; adquire o status de uma guerra de deuses encarnados em homens e mulheres que se odeiam e não se suportam.” ( Antonio Ozaí da Silva )
“De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus”.(José Saramago – O Fator Deus, 2001)
A intolerância religiosa é uma doença que de tempos em tempos torna-se epidêmica e precisa de tratamento continuado e prevenção. É um mal social, cuja cura passa pelo cumprimento da lei e pela educação. Um mal que atinge uma camada imensa da população global, que fere a dignidade humana, e a liberdade consciencial, que se baseia no preconceito, na discriminação e na pretensão de alguns em serem “os donos da Verdade”, que se sentem possuidores de alguma “procuração de Deus” para em seu nome, achincalhar, invadir, prender, torturar, matar, espoliar, e por fim,exterminar o outro.
E o outro é aquele a quem não se dá o direito de ter pensamento próprio, aquele a quem não se dá a liberdade de ser quem é, aquele que o intolerante julga intelectual e moralmente incapaz de fazer uma escolha “certa”. Porque qualquer escolha que não seja a sua – do intolerante- é errada.
Para se tentar acabar com a intolerância, é imprescindível tratá-la como doença, cujos remédios são a detecção e denúncia de sua existência, a exigência do cumprimento da Lei e, para prevenir sua recidiva e evitar o surgimento de novos casos; a execução uma ação intensiva e continuada de conscientização e educação plena de idosos, adultos, adolescentes e crianças; uma educação para a tolerância, para a compreensão, para a alteridade e o respeito. Num processo que envolva o comprometimento de toda a sociedade.
Pode ser desperconvencimento, da incitação, da repetição e do incutir continuado da idéia de estar cumprindo uma “missão sagrada”, um “designo divino” que pode livrar o homem do inferno e levá-lo ao paraíso; por outro lado há no ser humano toda uma generosidade, uma capacidade de empatia e de compreensão, de amor e fraternidade que precisa ser trabalhada quotidianamente em prol do bem comum, do cumprimento da lei, da tolerância religiosa e da liberdade.

Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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