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segunda-feira, 5 de março de 2018

Dia internacional da mulher




As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. 

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. 

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.


Sacerdote Umbandista
Pai Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

sábado, 30 de dezembro de 2017

Precisões para 2018 Planeta Júpiter e Orixá Xangô


Xangô é o orixá que rege 2018 
O Planeta Júpiter será o planeta do ano de 2018, Xangô Orixá da Justiça, para as boas pessoas terá fartura para quem plantou e trabalhou, e sucesso para quem realmente é honesto, ano de muita justiça para as pessoas que fazem mal as outras, teremos guerra e catástrofes aferidas pelos erros cometidos por maus governantes, um ano difícil para os errados e muito bom para os justos.

Previsões para o ano de 2018

1- Brasil - Eleições com disputa entre novatos na política
2- Japão - Terremoto causa diversas mortes.
3- Guerra em Israel por apoio aos EUA
4- Acidente com dois artistas causa comoção nacional.
5- Ex presidente morre.
6- Estado de sítio na segurança do Rio de Janeiro.
7- Acidente com avião brasileiro.
8- Silvio Santos internado no exterior.
9- Brasil - Reviravolta no poder judiciário.
10- Brasil - Greve por motivos eleitorais acaba em tragédia entre confrontos.
11- São Paulo - Incêndio em prédio com diversas vítimas.
12- Inglaterra,França e EUA, atentado causa invasão conjunta na Síria.
13- Brasil - Operação policial prende diversos candidatos a eleição.
14- Brasil - Crise do Planalto e coloca em risco o término do mandato de Temer.
15- Surto de epidemia de febre amarela e Dengue no Brasil.
16- Brasileiro recebe prêmio nobel.
17- Brasil - Não ganha a copa do mundo.
18- Acidente fatal com jogador de futebol brasileiro.
19- Atentado em Nova York deixa diversas vítimas.
20- EUA- Atentado contra o Presidente americano. 
21- Coreia do Norte, termina guerra com a Coreia do Sul.
22- Novo Tsunami abala Indonésia novamente.
23- Brasil - Preso Lula e Dilma indiciada, pedido também nos Estados Unidos.
24- Brasil - Morre político preso.
25- Brasil- Grupo causa atentados as empresas envolvidas na lava jato e atentados contra o PT.
26- Venezuela- intervenção da ONU e é enviado tropas de paz.
27- Brasil - Crise e Indice de desemprego aumenta e causa manifestações com roubos a supermercados, toque de recolher.
28- Brasil - Preso chefe evangélico.
29- EUA- Avião invade espaço aéreo americano e é derrubado.
30- Maranhão- morre político maranhense.

Sacerdote Umbandista 
Pai Emidio de Ogum 
http://espadadeogum.blogspot.com

terça-feira, 6 de junho de 2017

Ogum Rompe Mato Ogum Yara Ogum Megê Ogum Naruê Ogum Malê Ogum Nagô Ogum Beira Mar



Falanges de Ogum

Ogum é o Orixá da Guerra, Demanda, Batalha, Metalurgia, Ferro, Metais, Bélico, da Tecnologia, das Ferramentas de Ferro, da Ordem e da Lei; é sincretizado com São Jorge, toma as cores vermelho e azul-escuro para velas e fitas. Recebe cerveja branca, conhecida como espuma de Ogum, trabalha com quebra de demandas, usa as Espadas de São Jorge, e é um dos mais populares Santos/Orixás. Abaixo uma compilação sobre a Segunda Linha da Umbanda Tradicional e seus falangeiros. Textos postados no extinto grupo Jaci-Jaterê e adaptados.
Na Umbanda tradicional a Segunda Linha engloba inúmeros espíritos guerreiros chefiados por Ogum. Todos se revestem de antigas indumentárias militares que se fundem num estilo único, que mistura o romano (centuriões, legionários) com o medieval (cavaleiros).

OGUM BEIRA MAR
Ogum Beira-Mar, chefe da Primeira Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele vibra entre as ondas que quebram na praia e o começo do mar alto. Seu falangeiro principal é Ogum Sete Ondas. As cores, velas e flores oferendadas a Ogum Beira Mar são as mesmas oferendadas a Ogum Sete Ondas.
Ogum Sete Ondas milita na Primeira Falange, que é liderada por Ogum Beira-Mar, Ogum do Mar ou Ogum Marinho.
Suas velas e flores (os cravos) são brancas e vermelhas. Ele vibra nas ondas que tocam as praias, fazendo uma ponte entre os Encantados marinhos e as almas de velhos guerreiros que viveram sob as bênçãos do mar.
No Vodu e em alguns ramos de Obia seu chefe se chama General Agwe e ele navega num misterioso barco encantado e vivo (um mistério) de nome Imamou. Agwe é o consorte mágico de Mamãe Lasiren, a Rainha do Mar (Iemanjá no Brasil).
OGUM ROMPE-MATO
Ogum Rompe-Mato ou Ogum Rompe-Mata é o chefe da Segunda Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha cruzado com Oxossi e aliado ao Povo das Matas. Sua imagem popular (acima) reflete esse cruzamento, por isso ele aparece como caboclo.
Suas cores são o verde e o vermelho (velas) e recebe oferendas na entrada das matas (rompe-mato).
Não devemos confundir esta entidade com o Caboclo Rompe-Mato, que é da Linha de Oxossi.

OGUM YARA
Ogum Yara é o chefe da Terceira Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha cruzado com Oxum e aliado ao Povo dos Rios, Cachoeiras e Lagos.
Suas cores são o verde, o branco, o vermelho (velas) e ele recebe oferendas na beira dos rios, cachoeiras e lagos.
É um Ogum com amplas virtudes purificadoras e curativas.
Ogum dos Rios é o principal falangeiro de Ogum Yara, possui as mesmas qualidades e recebe as mesmas oferendas que ele.
Este Ogum também trabalha intensamente com os Caboclos dos Rios e com os Caboclos das Matas, fazendo um poderoso link entre as forças vitais de Ogum, Oxossi e Oxum.


OGUM MEGÊ
Ogum Megê é o chefe da Quarta Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha bem próximo a Yansã e faz a ronda da parte externa da Calunga Pequena.
Diziam nossos avós na Umbanda tradicional, que a a falange de Ogum Megê está aliada ao Povo Megê, uma corrente espiritual composta por aguerridos combatentes negros africanos.
Com o tempo, como já mencionamos, a magia dos povos na Umbanda foi se perdendo. O Povo Megê é um dos menos conhecidos hoje em dia.
Este Ogum é o Guardião dos Cemitérios e o mais valente aliado nas lutas e demandas.
Suas cores são o branco e o vermelho (velas) e ele recebe oferendas na calçada ao redor da Calunga Pequena.

OGUM NARUÊ
Ogum Naruê é o chefe da Quinta Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele está aliado ao Povo Naruê, uma corrente espiritual composta por almas que quando encarnadas foram escravos africanos de etnias diversas.
Esta entidade combate os magos negros, os feiticeiros maléficos e seus simpatizantes com uma força extrema e uma severidade implacável. Ele também cruza com a Linha das Almas da Quimbanda (não confundir com a Linha das Almas da Umbanda: os Pretos Velhos).
Suas cores são o branco e o vermelho (velas) e recebe oferendas dentro da Calunga Pequena, na calçada ao redor dela (como Ogum Megê) e dentro da Macaya (mata), em lugares onde são realizados rituais especiais.
Podemos dizer sem, sombra de dúvida, que Ogum Naruê é o flagelo de todos os que usam a magia para fins maléficos.


OGUM MALÊ
Ogum Malê (alguns dizem Malei) é o chefe da Sexta Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele está aliado ao Povo de Exu, a Esquerda tradicional que atua na Umbanda e na Quimbanda (Exus e Pombas Giras típicos).
Este é o Ogum de Umbanda menos conhecido e possui até carência de imagem popular no mercado. Ele é descrito como um grande guerreiro negro, vestido de roupas mouriscas e fortemente armado.
Ogum Malê e sua Falange desmancham trabalhos de magia negra com facilidade e entregam o seu executor na porta do Tribunal da Lei Maior, para ser justiçado exemplarmente.
Ele e seus enviados raramente incorporam, pois o médium tem que ser dotado de virtudes difíceis de encontrar hoje em dia.
Suas cores são o branco e o vermelho (velas) e recebe oferendas nos mesmos lugares de Ogum Megê. Ogum Naruê e nos cantos das encruzas também.


OGUM NAGÔ
Ogum Nagô, chefe da Sétima Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha com o misterioso Povo de Ganga, bastante conhecido e utilizado pelos verdadeiros kimbandeiros para desmanchar trabalhos maléficos de qualquer espécie.
Este Povo atua na Calunga Pequena, nas matas e encruzas. Seus integrantes tomam a roupagem fluídica de antigos totens (meio animais e meio humanos), preferencialmente de búfalos, touros e outros animais de grande porte. Na Kimbanda o chefe do Povo de Ganga é o Exu Gererê, que atua em parceria com Ogum Nagô.
Ogum Nagô é um grande aliado dos curandeiros e recebe oferendas (velas e flores) nas cores branca e vermelha.
Na Obia e no Vodu o Povo de Ganga é bastante presente e possui membros poderosos como: Papa Bossou, Bossou Três-Grãos (Três Testículos), Bossou Três-Chifres e Mama Bossine. São espíritos que exigem maestria na lida e possuem os segredos da vitalidade selvagem da terra.

Sacerdote Umbandista
Pai Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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