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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Viver - Para .... Da ..... Com ... a Umbanda qual o seu caminho?



Viver para a Umbanda
Viver da Umbanda
Viver com a Umbanda
Querido irmãos, a Umbanda está cada vez mais criando filhos dedicados, filhos estes sem propósito financeiros, sem demonstrar qualquer apego material, estes são mesmos os Umbandistas declarados a 100 anos, existem algumas pessoas que usam o nome da Umbanda para demonstrar algum outro tipo de sacerdócio, estas pessoas, não correspondem a nossa magnífica Umbanda, usufruam de seu nome furtando nossos conceitos e mascarando seus atos libidinosos, separar o joio do trigo é nossa maior missão, elevar o bom nome da nossa Umbanda é nosso  maior desafio; Tenho observado bastante o quanto as pessoas se queixam por coisas que gostariam de ter mas não têm, pelo amor que se foi, pela atenção requerida, pelo descanso merecido mas não conseguido, pelo filho que não faz visitas … Enfim, são tantas lamentações que no fundo se baseiam em um único motivo que, infelizmente, é tendência do ser humano, a mania de dar pouco e esperar muito quando a felicidade e fim da lamúria está em se fazer exatamente o contrário: dar muito sem esperar nada em troca, não se pode viver do sagrado, nenhum sacerdote pode vender o que lhe foi dado de graça, em alguns lugares onde cobram-se por algo, não pode existir a Umbanda, pois o maior de nossas condutas espirituais está sempre evoluindo, conforme aumentamos a contribuição em nossa caridade pura e simples, crescemos cada vez mais em nossa matéria e também nos espíritos incorporados por nós assim podemos sempre ajudar o próximo sem nada esperar em troca.
Tem um poema muito lindo de Carlos Drummond de Andrade que fala um pouco sobre isso de uma maneia única. dorTalvez ele nos ajude a refletir um pouco mais e a começarmos a mudar de atitude.
“Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas  e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pela nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é  desgastante e paga pouco, mas por todas ashoras livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com   um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”
Carlos Drummond de Andrade


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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