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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nosso Lar o filme que chegou para mudar nossas vidas



O filme anteriormente psicografado como mensagem do Dr. André Luiz, mensagem esta recebida por nosso amado Chico Xavier, talvez este livro ficou armazenado por muito tempo, entre as páginas esquecidas de nosso povo, talvez a hora seria esta para que toda população saiba um pouco mais sobre os espíritos e pra onde iremos prestar contas de nossas atitudes, muito se fala por ai sobre a vida após a morte, mas céticos aparecem e ditam regras sem ao menos terem conhecimento, pois é queridos irmãos, nada se faz sem a permissão de nosso Pai, saiba que chegou a hora de repensarmos a respeito de nossas vidas, pois podemos aprender neste filme ou seja em uma das cenas do filme mostra Dr. André Luiz, recebendo orações, ou seja somente duas, a de sua mãe e de uma pessoa que ele havia tratado sem nada cobrar, pense um pouco a respeito.




Parabéns a todo Elenco: Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Rosane Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno.


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Nosso Lar é um livro psicografado pelo médium brasileiro Francisco Cândido Xavier e publicado pela FEB - Federação Espírita Brasileira. Ele possui 50 capítulos e foi concluído a 3 de outubro de 1943, conforme o registro e a assinatura  de Emmanuel, Benfeitor Espiritual que o prefaciou. A primeira edição data de 1944.                    

          Seu Autor é um Espírito que usa o pseudônimo de André Luiz. Sabe-se ter sido ele médico, na cidade do Rio de Janeiro, no início do século XX. Cogita-se, no Movimento Espírita Brasileiro, ter sido a personalidade conhecida como Oswaldo Cruz ou, mesmo, Carlos Chagas, quando encarnado.
          Entretanto, no 
Prefácio do livro, o Espírito Emmanuel informa-nos o seguinte: "André precisou cerrar as cortinas sobre si mesmo, através do anonimato de um pseudônimo e do esquecimento temporário, para se redimir do passado menos feliz e crescer em entendimento e em amor". E acrescenta: "Embalde os companheiros encarnados procurarão o médico André Luiz nos catálogos da convenção humana. E nem a Espiritualidade Superior poderá apresentá-lo como médico terrestre e autor humano, mas sim como o novo amigo e irmão em eternidade".
             
          Nosso Lar é o relato-testemunho de um Espírito que, liberto da matéria, depõe sobre a Continuidade da Vida após esta vida atual, cotidiana.  Fala-nos a respeito das condições em que se viu envolvido no Além-Túmulo, como conseqüência do estilo de vida que levou na Terra e das escolhas que aqui fez.
          Deixa-nos uma mensagem clara sobre a responsabilidade do viver e sobre a importância da Reencarnação, alertando-nos sobre o quanto é grave vivermos no Mundo das Formas como se estivéssemos numa festa, ou em uma colônia de férias, totalmente desligados dos objetivos superiores da vida.
          Essa obra é apenas o início de uma série de outros livros preciosos, que descortinam para o leitor atento a Outra Face do Viver e a Existência de um Mundo Paralelo ao nosso, com suas Moradas e seus habitantes, num Universo dinâmico, vivo, inteligente, no qual predomina a Lei do Progresso incessante para todos os seres.
         Ele inaugura, portanto, a conhecida Série André Luiz de livros, cuja seqüência de títulos é formada por 
Nosso LarOs MensageirosMissionários da Luz,  Obreiros da Vida EternaNo Mundo Maior, Agenda CristãLibertação, Entre a Terra e o Céu, Nos Domínios da Mediunidade, Ação e ReaçãoEvolução em Dois MundosMecanismos da MediunidadeConduta EspíritaSexo e DestinoDesobsessãoE a Vida ContinuaRespostas da Vida.
 

        Nosso Lar é o nome de uma Morada situada no Invisível, de uma Colônia ou Cidade Espiritual. Nela habitam, temporariamente, Espíritos desencarnados.
            As Colônias Espirituais existem além do que é visível para nós. Elas acham-se ligadas aos mundos materiais a que pertencem os Espíritos que as habitam. Não são percebidas nem pelos nossos limitados sentidos físico-corporais, nem pela aparelhagem científica mais sofisticada do homem terreno.
            A Terra, por exemplo, é circundada por um grande número de Colônias Espirituais semelhantes a grandes cidades cheias de vida e animação. André Luiz cita Alvorada Nova, entre outras. No livro 
Cidade no Além, concebido através da médium Heigorina Cunha, o Espírito Lúcius cita a Colônia Espiritual de Eurípedes Barsanulfo, localizada sobre a cidade de Sacramento, em Minas Gerais.
           Nosso Lar é, portanto, uma morada onde habitam homens, mulheres, jovens e adultos que já se desvencilharam do corpo físico mais grosseiro e vivem com seu perispírito, ou corpo espiritual, na dimensão extra-física.
           É uma uma Cidade-Trabalho, Cidade-Aprendizado, porque é Local de Transição, ou seja, é o domicílio transitório de Espíritos desencarnados. É um Local de Passagem, de mudança e de melhoria dos Espíritos que lá são acolhidos e tratados, primeiramente.  A maioria dos Espíritos que chegam a Nosso Lar têm que voltar à Terra em serviços redentores, porque são seres endividados para com as Leis Divinas.
                                                                      
                  
            O  Autor narra sua experiência após a desencarnação, descrevendo seu estágio no Umbral, uma região sombria do Invisível situada nas proximidades da Terra.
            Após ter sido socorrido por Benfeitores Espirituais e levado de lá para Nosso Lar, ele entra em contato progressivo com a sua real situação de Espírito desencarnado, diante das Leis Divinas.
           O  livro traz revelações fascinantes sobre o Plano Espiritual próximo da crosta planetária, suas esferas ou regiões circunvizinhas, sobre a Colônia Nosso Lar e seus habitantes e sobre a absoluta necessidade da reencarnação como recomeço para a maioria deles.
           André Luiz é narrador e personagem ao mesmo tempo, literato e repórter do Mundo Invisível, simultaneamente. É um descobridor de seu próprio território íntimo, espiritual.
                                                                                  

 
 
A  cidade  Nosso Lar, assinalada com uma estrela, está localizada na terceira esfera
acima da Crosta, sobre uma extensa região do Estado do Rio de
 
Janeiro
(entre as cidades do Rio de Janeiro e Campos / Itaperuna)
,
 em faixa que
pode ser definida como a periferia do Umbral.
  Imagens do Além.    

 
             A Terra é um grande corpo fluídico-magnético que se projeta no espaço com sua crosta solidificada, carregando consigo um campo magnético rico,diferenciado, constituído de planos ou esferas. Essas esferas apresentam -se com matéria em estado vibratório diferente daquele conhecido na Terra,compondo a base, o  chão firme de cidades ou colônias espirituais variadas.
          
 Através da mediunidade de Heigorina Cunha, o Espírito Lúcius situa à visão do leitor esse conjunto de matéria rarefeita, nos livros denominadosCidade no Além e Imagens do Além. Na imagem acima, por exemplo, vêem-se o planeta Terra, suas sete esferas fluídico-espirituais e  a cidade Nosso Lar, situada numa delas.

          Fundação:
 A Morada surgiu como fruto do trabalho de Espíritos que tinham sido portugueses distintos, desencarnados no Brasil no século XVI. Já no Mundo Espiritual, eles lidaram com a matéria grosseira daquela Região do Invisível, trabalharam com  enormes extensões de material inferior, com substâncias ásperas. Utilizando as ferramentas do pensamento criador, da vontade firme e lucidamente direcionada, do serviço edificante, da solidariedade e do amor espiritual, transformaram o anteriormente denso território daquelas paragens espirituais numa Morada de trabalho edificante.

          
Localização: Nosso Lar situa-se na Terceira Esfera Espiritual, dentre as sete que circundam o planeta: ela fica sobre a cidade do Rio de Janeiro.

          
 O Governador: É um Espírito Elevado e dos que mais trabalham em prol da Vida e de seus semelhantes. A Governadoria localiza-se num edifício, "de torres soberanas que se perdem no céu".

          
 Ministérios: São 6 (seis), assim nomeados: Ministério da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina.

           
Ministros: São 72 (setenta e dois), sendo que cada Ministério é administrado por 12 (doze) Ministros.

           
População: Segundo a descrição do Autor e os dados por ele fornecidos em 1943, era constituída por homens e mulheres, jovens e adultos desencarnados, em número de um milhão, naquela época.

           
Construções, dependências e lugares especiais: São, principalmente, a Grande Muralha protetora da cidade, com baterias de proteção magnética, os Conjuntos Habitacionais, a Praça Central (que acomoda até um milhão de pessoas), Fontes LuminosasJardinsParques Arborizados, o Bosque das Águas, o Rio Azul, o Campo da Música, as Câmaras de Retificação (para enfermos), etc.                                                                              
                                                        
 

 

      
  


 
                  "Mencione-se, desde logo, que existem dois desenhos, o primeiro que abrange apenas a estrela, onde se localiza a Governadoria e os conjuntos habitacionais, inscritos dentro dela, destinados aos trabalhadores de cada Ministério; o segundo já engloba mais além, os conjuntos residenciais que, conquanto ainda afetos aos trabalhadores do Ministério, podem ser adquiridos por estes, através de "bonus-horas" e são suscetíveis de transmissão hereditária. Também nele se vê a grande muralha protetora da cidade.
            A cidade tem a forma de uma estrela de seis pontas, localizando-se a Governadoria no centro do círculo em que está inscrita a estrela.

            Da Governadoria partem as coordenadas que dividem a cidade em seis partes distintas, afetas, cada uma, ao mesmo número de organizações especializadas, em que desdobra a administração pública, representadas, como já se disse, pelos Ministérios da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina. Assim, a cidade está dividida em seis módulos, cada um deles partindo da Governadoria, junto à qual se eleva a torre de cada ministério, configurando-se como um centro administrativo
.
            À frente deles está a grande praça que os circunda e que, para que se avalie o seu tamanho, está apta para receber, comodamente, um milhão de pessoas. A médium (Heigorina Cunha) descreve-a como belíssima, como piso semelhante ao alabastro, com muitos bancos ao seu redor, sendo que, nos espaços em que se vê o encontro dos vários vértices das bases dos triângulos, por detrás dos bancos, existem fontes luminosas multicoloridas, e em torno delas, flores graciosas e delicadas.

           Além da praça temos os núcleos residenciais em forma de triângulo e que, como já se disse, se destinam aos trabalhadores de cada Ministério, sendo que os mais graduados residem mais próximos às praças e, portanto, ao centro administrativo. Essas casas pertencem à comunidade e se um trabalhador se transfere para outro Ministério, deve mudar-se também para residir junto ao seu local de trabalho. Os quadros que se vêem desenhados dentro do triângulo, e junto à muralha, são quadras onde se erguem as residências.

           Nos espaços que medeiam entre um núcleo habitacional e outro, seja e, direção à muralha, seja em direção ao núcleo correspondente ao Ministério vizinho, existem grandes parques arborizados onde se erguem outras construções que foram detalhadas na planta, destinados ao lazer ou serviços aos habitantes. Vê-se, por exemplo, no parque do Ministério da Regeneração, a locação do seu Parque Hospitalar; no Ministério da União Divina. o Bosque das Águas e, no Ministério da Elevação, o Campo da Música, todos referidos no livro 
Nosso Lar.

           Cada núcleo residencial é cortado, no centro, por ampla avenida arborizada que o liga à praça principal e à Governadoria, e que se inicia junto à muralha.

           Entre os núcleos em forma de triângulo e a muralha, estão os núcleos residenciais destinados aos Espíritos que, por seus méritos, podem adquirir suas casa mediante pagamento em bonus-hora, que é a unidade monetária padrão, correspondente a uma hora de trabalho prestado à comunidade. Estas casas, pertencendo aos que as adquiriram podem ser objeto de herança. Na planta aparecem umas poucas quadras, mas na verdade são muitas quadras, a perderem-se de vista e que se alongam até a muralha.

          Circundando toda a cidade, está a grande muralha protetora, onde se acham assestadas as baterias de proteção magnética, para defesa contra as arremetidas dos Espíritos inferiores, o que não deve estranhar porque, como sabemos, a cidade está situada numa esfera espiritual de transição, abrigando espíritos que ainda devem reencarnar.

          Por fora da muralha estão os campos de cultivo de vegetais destinados à alimentação pública."
         A planta da cidade, no entanto, carece de medidas que nos propiciem uma exata compreensão de seu tamanho. Mas podemos imaginar sua magnitude pelas referências que André Luiz nos faz. É uma cidade amplamente disposta para um milhão de habitantes. O "aeróbus", correndo numa velocidade que não permite fixar os detalhes da paisagem e com paradas de três em três quilômetros, demora quarenta minutos para ir da Praça da Governadoria até o Bosque das Águas, que está localizado na planta.
          Em síntese, é o que nos mostra o plano piloto da cidade, configurado na planta que nos veio ao conhecimento por intermediação de nossa irmã Heigorina Cunha.
                                                                                                         Do livro 
Cidade no Além
                                                                                                 Pelos Espíritos Lúcius e André Luiz
                                                                            Médiuns: Heigorina Cunha (desenhos da cidade via desdobramento)
                                                                                                       e Francisco Cândido Xavier
                                                                                                                 Editora: IDE


Imagem do livro 
Imagens do Além.


 


            Cap 1 – Nas Zonas Inferiores – Descrição do lugar onde o André Luiz se encontrou após a desencarnação e seu estado de solidão e abandono. O local era sombrio. Ouviam-se risadas desconhecidas. Ele não conseguia dormir. Esteve  prestes a perder a razão. Via seres monstruosos e perturbadores. Recordava-se da existência terrena, de sua prosperidade material e dos pais generosos.
            Cap 2 – Clarêncio – Gritos ao seu redor perturbavam-no: “Suicida, criminoso, infame”! Em vão tentou revidar. Não se conformava em ser acusado de suicida, pois sabia que não o fora. Lembrava-se de haver morrido no Hospital, após cirurgia do intestino. Sentia fome. Sede. Sentia-se desamparado. Saciava-se com lama. Via manadas de seres animalescos. Médico, sempre detestara as religiões, mas agora experimentava necessidade de socorrer-se de alguma delas. No limite das forças, lembrou-se da possível existência de Deus, e orou. Em resposta, do meio das névoas surgiu o Benfeitor Clarêncio, acompanhado de dois auxiliares. Foi conduzido para  Nosso Lar, para receber tratamentos.
            Cap 3 - A Oração Coletiva - O Autor Espiritual descreve a Colônia Nosso Lar e o ambiente de oração coletiva para aonde é levado. Ao crepúsculo, um Espírito coroado de luz, o Governador Espiritual, e 72 outros Espíritos (seus Ministros), entoam harmonioso hino. André Luiz reconfortou-se.

A  Oração Coletiva do Crepúsculo, em Nosso Lar.
Imagem: Livro 
Imagens do Além.
            Cap 4 – O Médico Espiritual – Hospitalizado, ele é atendido por um médico espiritual que comprova o “suicídio inconsciente” por ele praticado. Este é um chamamento moral quanto a essa característica do comportamento dos encarnados, no geral: a de cometer excessos que minam as energias físicas, destruindo precocemente o corpo material.
            Cap 5 – Recebendo assistência – André Luiz  recebe a visita de Lísias, um visitador de saúde encarregado de prestar assistência básica de Enfermagem e dar as informações necessárias aos recém-chegados da Crosta. São citados os vários tipos de enfermos que ali se encontram, mutilados de si mesmos, devido ao "descuido moral e desejo de gozar mais que os outros".


Obra de Fernand Khnopff.
 
            Cap 6 – Precioso aviso – André desabafa com Clarêncio, que o ouve, pacientemente. Recorda-se da esposa e dos filhos: Onde e como estarão? Após ouvi-lo, Clarêncio sugere-lhe a auto-reforma de pensamentos e o silêncio quanto às próprias lamentações. Diz-lhe: “Em Nosso Lar, a dor significa possibilidade de enriquecer a alma”...
            Cap 7 – Explicações de Lísias – André Luiz descreve o sentimento de solidão e abandono que o envolve: ele lá está há semanas, sem receber uma visita de amigo ou familiar que o tenha precedido na volta ao Grande Desconhecido, a que a morte nos conduz.. Ele percebe que em Nosso Lar a natureza possuía um aspecto melhorado em relação à Terra: havia grandes árvores, pomares fartos, jardins deliciosos, cores mais harmônicas. Todos os edifícios apresentavam-se com flores à entrada e lindas aves cruzavam os ares. Animais domésticos surgiam em meio às arvores. Lísias explica-lhe que há regiões múltiplas nas Esferas Espirituais, segundo a hierarquia moral dos seus moradores. André pergunta por seus pais, visitados pela morte antes dele e que até agora não o procuraram... Recebe de Lísias a informação  que sua mãe habita esferas mais altas, mas o tem ajudado noite e dia...
 
 
Edifício da Governadoria, "encabeçado de torres soberanas que se perdem
no céu". No alto, o aeróbus. Desenho concluído em 11. 10.1981.
Livro: 
Imagens do Além.

             Cap 8 – Organização de serviços – Uma visita ao Ministério do Auxílio, na Colônia, deixou André Luiz impressionado: largas avenidas, ar puro, muitas pessoas indo e vindo. O trabalho e a ordem, o equilíbrio e a disposição para servir  são os lemas da Cidade. Nosso Lar possui 6 (seis) Ministérios: da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina, cada um orientado por 12 (doze) Ministros. André  toma ciência da história de Nosso Lar, que foi fundada por “portugueses distintos, desencarnados no Brasil, no século XVI".
            Cap 9 – Problema de alimentação – As informações sobre o abastecimento alimentar na Colônia despertaram a atenção do Autor Espiritual. No passado, houve problemas, porque homens desencarnados despreparados quanto às verdades espirituais queriam perpetuar seus hábitos alimentares viciosos; após um trabalho de reeducação, envolvendo a ajuda do Governador da Colônia e de outros Espíritos Superiores, a alimentação passou a ser feita por inalação de princípios vitais da atmosfera e água misturada a elementos solares, elétricos e magnéticos. Só entre os mais necessitados é que há alimentos que lembram os da Terra.
            Cap 10 – No Bosque das Águas – André Luiz vai conhecer o grande reservatório de água da Cidade. Viaja no aeróbus, veículo aéreo "suspenso do solo a uma altura de mais ou menos cinco metros". Vê um grande rio: o Rio Azul. A água ali parece mais pura, eterizada ou fluídica, mais leve. É exaltada a importância da água, pouco valorizada pelos humanos... Ela é "manipulada" por técnicos do Ministério do Auxílio com recursos adicionais captados da luz solar e do próprio magnetismo espiritual. Em Nosso Lar ela é alimento e remédio.


Obra de Jahn.
 
            Cap 11 – Notícias do Plano – Além da existência de Nosso Lar existem incontáveis colônias espirituais nas regiões circunvizinhas do Planeta. Alvorada Nova, uma colônia próxima, serviu de exemplo para os trabalhos que nela se desenvolvem. O trabalho é lei, no local, e nos vários Ministérios desenvolvem-se atividades específicas para acolher Espíritos desencarnados, ajudá-los no seu reequilíbrio, prepará-los para a transição de uma nova reencarnação. Em Nosso Lar preparam-se reencarnações, após proveitosos aprendizados para as futuras tarefas planetárias.
            Cap 12 – O Umbral – A descrição do Umbral estende-se nesse capítulo, embora esse local já tenha sido anunciado no primeiro, na abertura do livro, com o nome de Nas Zonas Inferiores. O Umbral começa na crosta terrestre, como zona obscura para os recém-desencarnados. É região em torno do planeta e de profundo interesse para os encarnados. É local de grandes perturbações, pelas “legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes”. Lá existem núcleos de malfeitores, verdugos e vítimas. Acha-se repleto de formas-pensamento de encarnados, sintonizados com os desencarnados que lá estão.
 

As torres da Governadoria.
 Livro Imagens do Além.
         
         Cap 13 – No Gabinete do Ministro – André apresenta-se no Gabinete do Ministro Clarêncio como voluntário ao serviço médico. Assiste ao diálogo do Ministro com uma voluntária, mãe desejosa de proteger dois filhos encarnados. Tem notícia do bônus-hora (ponto relativo a cada hora de serviço).
            Cap 14 – Elucidações de Clarêncio – André Luiz clinicara por 15 anos terrenos, mas sentia-se "vazio" ainda de realizações ao dirigir-se ao Ministro. Mesmo assim, deixa-se levar pela vaidade humana  e pede para atuar no campo da Medicina. Fraternalmente, Clarêncio explica a  André que pelo seu passado não poderá ser médico em Nosso Lar e, sim, aprendiz. Fará esse estágio devido a rogativas de sua mãe e graças às seis mil consultas que concedera a necessitados, nos quinze anos de clínica médica terrena dele. Dos atendidos nessas seis mil consultas, quinze ainda fazem preces a seu favor.
            Cap 15 – A visita materna – Ele recebe visita de sua mãe, espírito elevado, que o consola e o encoraja. Ela vive em esferas mais elevadas e o incentiva à "mudança de atitude mental para ser mais compreensivo, mais humano".
            Cap 16 – Confidências – A mãe de André Luiz informa-lhe que o pai está há doze anos em região de trevas compactas, conseqüência de mau procedimento quando encarnado, com ligações clandestinas fora do lar e promessas não cumpridas a mulheres. O resultado foi conseguir a presença de  obsessoras vingativas, junto a si. A mãe dá-lhe notícias de suas três irmãs, também desencarnadas.
            Cap 17 – Em casa de Lísias – André é hospedado na casa de Laura, mãe de Lísias, onde conhece as duas irmãs dele. Vê livros e sente que a literatura é ali valorizada. Recebe explicações importantes sobre a responsabilidade  de escrever e, também, que  “os escritores de má-fé, que estimam o veneno psicológico” são conduzidos imediatamente para as zonas obscuras do Umbral, e lá permanecerão, até regenerarem-se.
            Cap 18 – Amor, alimento das almas – Surgem novas lições sobre a alimentação em Nosso Lar. No capítulo da nutrição espiritual o Amor é o maior fator de equilíbrio das criaturas. Laura relembra   que o sexo é manifestação sagrada do Amor universal e divino. Por isso ele não pode ser reduzido, como é hoje, na Terra, a um fenômeno simplesmente sexual.
            Cap 19 – A jovem desencarnada – Eloísa, a neta de Laura recém-desencarnada, sofre ante a lembrança do noivo que, mesmo antes dela desencarnar, ligara-se a uma amiga sua. Laura emite preciosas lições sobre o amor e a fidelidade.
            Cap 20 – Noções de Lar – O lar é apresentado por Laura a André Luiz como o vértice de um ângulo reto, acolhendo os sentimentos feminino e masculino rumo às realizações maiores. Desse ponto de vista, os lares da Terra abrigam grande número de casais em uniões de puro resgate, sendo constituídos de "verdadeiros forçados, sob algemas".
            Cap 21 – Continuando a palestra – Laura prossegue com as explicações e fala sobre o bônus-hora, equivalente ao "dinheiro", na Colônia Espiritual. A aquisição dessa espécie de cupom  ocorre mediante o trabalho realizado em benefício do próximo e sua aplicação pelas famílias espirituais liga-se, geralmente, à conquista de um lar em Nosso Lar. A mãe de Lísias conta a André Luiz sobre a recordação do passado, que exige equilíbrio do Espírito. Forçá-la poderá causar desequilíbrio e loucura.
            Cap 22 – O bônus-hora – Nesse tópico, ela explica a André, com detalhes, a importância dessa retribuição por serviços prestados, valorizando o  serviço ao bem coletivo.
            Cap 23 – Saber ouvir – Consiste em anotações importantes sobre a inconveniência de terem os desencarnados notícias recentes de familiares e encarnados aos quais se ligavam. Ocorrem, geralmente, desequilíbrios, devido às viciações exclusivistas  com que se pautam as ligações afetivo-familiares na Terra.
            Cap 24 – O impressionante apelo – Era agosto de 1939: notícias sobre a 2ª Guerra Mundial começam a surgir. Ouvem-se, em Nosso Lar, os apelos da emissora espiritual de Moradia, solicitando voluntários para a assistência a coletividades terrenas indefesas, que sofrerão os horrores de uma grande guerra. O apelo é repetido inúmeras vezes.
            Cap 25 – Generoso alvitre – André Luiz obteve permissão do Ministro Clarêncio para visitar os Ministérios da Colônia, a começar pelo da Regeneração. Laura sugere a André Luiz não apenas observar,  mas predispor-se a futuras atividades, afastando a curiosidade inoportuna, no momento.
            Cap 26 – Novas perspectivas – André Luiz encontra-se a caminho das Câmaras de Retificação, levado por Tobias. Elas estão localizadas  nas vizinhanças do Umbral e albergam, nos primeiros tempos de permanência em Nosso Lar, os Espíritos necessitados que não toleram as luzes.
            Cap 27 – O trabalho, enfim – Nas Câmaras de Retificação, André Luiz fica impressionado com os quadros de sofrimento ali observados: os Espíritos que ali estavam eram os “milionários das sensações físicas, transformados em mendigos da alma”. Espontaneamente, num ato de humildade, André se transforma num auxiliar de limpeza dos vômitos de substância negra e fétida, expelidos pelos enfermos - eram fluidos venenosos por eles segregados. Aqueles  Espíritos muito se beneficiavam com os passes.
            Cap 28 – Em serviço – André Luiz prontifica-se também a trabalhar no período noturno nas Câmaras de Retificação, pois estariam chegando ali, por volta da meia-noite, muitos infelizes que foram resgatados aos abismos de sombra. Era um trabalho fraternal de emergência.
            Cap 29 – A visão de Francisco – O capítulo mostra a angústia de um Espírito que vê o próprio corpo e julga-o um monstro a atormentá-lo. Fora alguém excessivamente apegado ao corpo físico, só o deixando quando, tomado de horror, viu os vermes desfazendo-lhe os despojos. Ele desencarnara por desastre.
            Cap 30 – Herança e eutanásia – Narra a situação de um pai desencarnado que se debate em crise aguda de desequilíbrio. Fora envenenado pelo próprio filho, por  questões de herança. É um triste caso de eutanásia, associada à ganância de um dos herdeiros.
            Cap 31 – Vampiro – É a impressionante narração do Espírito de uma mulher que queria adentrar Nosso Lar sem ser percebida, pelos fundos, sendo impedida pelo vigilante-chefe por se tratar de “um vampiro”. Trazia impressos em seu perispírito 58 pontos negros, correspondentes a igual número de abortos que praticara. Sua admissão nas dependências de Nosso Lar colocaria em perigo os pacientes internados.
 
Os Salões Verdes, nos parques do Esclarecimento em Nosso Lar.
Livro 
Imagens do Além.
                                                                                                              
           Cap 32 – Notícias de Veneranda – Em Nosso Lar existem os Salões Verdes, em vários Ministérios, por toda parte. São parques com árvores acolhedoras, locais de conferências ministeriais, de estudo — foram criados sob inspiração superior da Ministra Veneranda, Espírito que possui o maior número de bônus-hora de todos os trabalhadores da Colônia, pelo seu incansável trabalho: um milhão de horas de trabalho útil, em 200 anos de atividade ali.
            Cap 33 – Curiosas observações – André Luiz reflete sobre sua vida de chefe de família, que pouco edificara nos campos do Espírito, nem junto à esposa e filhos. Assusta-se quando vê dois elevados Espíritos ainda encarnados, em visita a Nosso Lar, pois apresentavam características diferentes, em relação aos Espíritos desencarnados dali. Em passeio, vê cães, pomares e íbis junto às equipes socorristas oriundas do Umbral, vindo a saber que os animais prestam precioso auxílio quando das incursões no local.
            Cap 34 – Com os recém-chegados do Umbral – André  atende uma senhora assistida pelos Samaritanos e, por imprudência, abre diálogo improdutivo com ela, movido por curiosidade. Ela se desfaz em lamentações. Ele é advertido por Narcisa.
            Cap 35 – Encontro singular –  Encontra-se, mais tarde, com antigo conhecido que  foi prejudicado por seu pai e por ele próprio, quando encarnados. Arrependido agora lhe pede perdão.
            Cap 36 – O sonho – André Luiz dorme, deixando o “veículo inferior” (o perispírito) no leito e sonha. Ele vai a uma esfera mais elevada e encontra-se com a mãe. Temos nesse capítulo o incentivo ao trabalho pelo bem do próximo, com novos esclarecimentos sobre o bônus-hora.
            Cap 37 – A preleção da Ministra – André Luiz comparece a uma preleção da Ministra Veneranda, em um dos Salões Verdes. Ele vai com Narcisa e Salústio, trabalhadores da Colônia e seus amigos, agora. Observações importantes sobre o pensamento, como  força essencial em todo o Universo e capaz de gerar o que se queira, são emitidas pela Benfeitora.
            Cap 38 - O caso Tobias – O capítulo traz excelentes reflexões sobre o casamento e o ciúme. Em Nosso Lar, duas ex-esposas de Tobias são amigas sinceras e convivem felizes.
            Cap 39 – Ouvindo a senhora Laura – André Luiz lembrava-se da família terrena, atormentado por saudades. Ouve, então, preciosas explicações sobre o “espírito de seqüência que rege os quadros evolutivos da vida”. É enaltecida a Bondade divina ao reunir desafetos pela consangüinidade.
            Cap 40 – Quem semeia colherá – No departamento feminino das “Câmaras de Retificação” André Luiz reencontra Elisa, que fora doméstica em seu lar terreno e da qual aproveitara-se, irresponsavelmente. Ampara-a agora, com extremado cuidado e bondade.
            Cap 41 – Convocados à luta – Em setembro de 1939, irrompe a 2ª Guerra no Mundo, com repercussões negativas em Nosso Lar. Por essa lição ficamos sabendo como o plano terreno também influencia o espiritual, no caso, negativamente. Clarins de alerta convocavam os seres fraternais ao trabalho de contenção dos horrores causados pelas forças do mal, nos dois planos da vida.
            Cap 42 – A palavra do Governador – O medo foi classificado em Nosso Lar como um dos piores inimigos da criatura. Duas mil vozes entoam o hino “Sempre Contigo, Senhor Jesus”, saudando o Governador da Colônia, que viera  dar a todos sua palavra de confiança no Bem. Ele esclarece aos trabalhadores locais sobre os deveres relativos aos problemas criados pela Guerra. Informa serem necessários 30 mil servidores voluntários, para criar defesas especiais. Reafirma: Nosso Lar abriga mais de um milhão de criaturas que não podem ser agredidas pela invasão de milhões de espíritos desordeiros.
            Cap 43 – Em conversação – Comentários sobre os horrores da Guerra aconteceram, nos círculos fraternais, principalmente a respeito  do socorro espiritual prestado aos campos da Polônia. A guerra evidencia por demais a condição de almas decaídas para muitos seres humanos Nesse contexto, o Espiritismo sobressai como a grande esperança do Plano Espiritual, como o Consolador da Humanidade.
            Cap 44 – As trevas – "As trevas são as regiões mais inferiores conhecidas na Colônia Nosso Lar", explica Lísias a André Luiz, que ouvira o Governador citá-las. Ali, jazem muitos Espíritos, por séculos e séculos... Na verdade, encarnados ou desencarnados, os Espíritos têm belas oportunidades de progresso, mas a maioria as renega, precipitando-se em abismos dolorosos.
 
 
Obra de Jean Delville.
         
            Cap 45 – No Campo da Música – Feliz, porque integrado às atividades socorristas, o Autor espiritual foi conhecer o Campo da Música, onde se extasia ante a beleza musical do ambiente espiritualizado. No centro do grande parque concentraram-se todos os Espíritos interessados na música universal e divina, comentando-se ali, com alegria,a beleza da vida e os Ensinamentos de Jesus.
            Cap 46 – Sacrifício de mulher – Um ano após iniciar seus trabalhos, André Luiz sentia imensas saudades do lar terrestre. Sua mãe informa-lhe que breve ela reencarnará, visando amparar o ex-marido, mergulhado em problemas, perseguido por mulheres com as quais não procedeu corretamente. Essas mulheres, no futuro, reencarnarão e a mãe de André Luiz ser-lhes-á mãe. André aprende sobre as “reencarnações compulsórias”.
          Cap 47 – A volta de Laura – A mãe de Lísias também reencarnará, dentro de dois dias. Ela recebe fraternais despedidas dos amigos de Nosso Lar; de André Luiz, inclusive. Os trabalhadores de boa-vontade, principalmente em ocasiões tão importantes, como quando vão reencarnar, recebem muita ajuda espiritual
            Cap 48 – Culto familiar – André comparece a uma reunião na casa de Lísias, na qual está presenteo Ministro Clarêncio, como seu dirigente. Nela, destaca-se a existência de um globo de cristal com aproximadamente 2m de altura, construído com material isolante para proteger o Espírito familiar, que já se encontra encarnado e está na fase infantil terrena, mas que virá ao encontro dos familiares. É, basicamente, uma reunião mediúnica, especial.
            Cap 49 – Regressando  a casa – André Luiz visita, finalmente, o lar terrestre. Ali, encontra tudo diferente: a ex-esposa está novamente casada e seu atual marido, gravemente enfermo. Ele estava sendo assediado por Espíritos infelizes. André fica desnorteado... Só uma de suas filhas sintonizou espiritualmente com ele. Mas, os ensinamentos recebidos em Nosso Lar falam mais alto e o amor brota em seu coração.

            Cap 50 – Cidadão de Nosso Lar - Pondo em prática tudo o que aprendeu sobre o amor ao próximo, André Luiz socorre o enfermo, auxiliado por Narcisa e por “servidores comuns do reino vegetal”. De volta a Nosso Lar, feliz pela vitória do bem em si mesmo, ele é recepcionado festivamente por uma multidão de duzentos amigos, tendo à frente o Ministro Clarêncio, que o declara, oficialmente, Cidadão de Nosso Lar. 



 
Obra de Jean Delville.


                 
                    O Umbral é uma região do Invisível onde estagiam seres humanos desenfaixados do corpo carnal que se apresentam em condições vibratórias inferiorizadas, como conseqüência de seu viver anterior, na Terra. Tais condições os ligam, conseqüentemente, às Dimensões Extra-Físicas específicas de perturbação e sofrimento, revolta e rebeldia.Tais lugares são denominados Umbral, Umbral Grosso, Umbral Médio,  Trevas, etc.
                    André Luiz despertou espiritualmente na Região Umbralina, pois "sufocara os talentos divinos que possuía, não acendera as luzes interiores nos campos de seu coração". Compareceu, portanto, no Mundo Espiritual, com uma bagagem avariada, inadequada, como um mendigo de luz.
                    Viu-se numa região trevosa, purgatorial, numa esfera sem luzes, sem equilíbrio, sem paz, em consonância com seu estado íntimo. Lá, seu desespero foi profundo, pois estagiou no local por cerca de oito anos do nosso tempo terreno, com a mente fechada para os verdadeiros valores da vida e não conseguindo ver os Benfeitores Espirituais que, com freqüência, visitam a região, procurando ajudar e resgatar os enfermos já em condições de sair dali, para serem tratados.
                    O capítulo desse livro que recebeu o título de Umbral é dos mais preciosos, porque apresenta-se repleto de informações sobre esse Departamento do denominado Além e sobre os tipos básicos de moradores que possui. Constitui , assim, um vibrante chamamento àqueles seres humanos que se mantêm à toa na vida, desaparelhados de virtudes essenciais e que se não interessam pela prática do Bem junto a seus semelhantes, sem falar de vícios e paixões que assolam as suas Almas. É um convite muito sério à reflexão consciente e ao aprimoramento íntimo de todos nós.




Paz Amor e Harmonia 
Emidio de Ogum 
http://espadadeogum.blogspot.com

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