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terça-feira, 13 de abril de 2010

Ogan ou Ogã seu significado




Ogan é o nome

 genérico 
para diversas
 funções 
masculinas
 dentro de uma
 casa de 
Candomblé.









É o sacerdote escolhido pelo orixá para estar lúcido durante
todos os trabalhos. 


Ele não entra em transe, mas mesmo assim não deixa de 
ter a intuição espiritual.

Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo 

Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo)
 e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo Rum
 (o atabaque maior), e pelos ogans nos atabaques
 menores sob o seu comando, é o Alagbê que começa 
o toque e é através do seu desempenho no Rum que 
o Orixá vai executar sua coreografia, de caça, 
de guerra, sempre acompanhando o floreio do Rum.
 O Rum é que comanda o Rumpi e o Lê.

Os atabaques são chamados de Ilú na nação Ketu,

 e Ngoma na nação Angola, mas todas as nações 
adotaram esses nomes Rum, Rumpi e Le para os 
atabaques, apesar de ser denominação Jeje.
Candomblé Jeje

Os cargos de Ogan na nação Jeje são assim classificados:

Pejigan que é o primeiro Ogan da casa Jeje. O mais 

velho de todos os ogans geralmente mais sábio. 
Tem a função de cuidar do Peji, altar dos
 santos e zelar pelo assentamentos dos filhos da casa.

O segundo é o Runtó que é o tocador do 

atabaque Run, porque na verdade os atabaques Run,
 Runpi e Lé são Jeje.

Axogun - É um ogan de suma importância no Candomblé,

 é o responsável pela execução sacrificial dos animais
 votivos, é um especialista no que faz.

Candomblé Ketu

Alagbê - O chefe dos tocadores de atabaques, os

 instrumentos de percussão, dominante do atabaque 
Rum, que através dele o Orixá fará sua dança e com 
isso comandando os atabaques Rumpi e Lê.

Ogan gibonã - Zelador da casa de exu, outro ogan

 de suma importância, pois seus conhecimento ajudam 
na firmeza da casa.

Ogan Apontado - Pessoa apontada como possível 

candidato a Ogan. Equivalente ao Ogan suspenso.

Ogan Suspenso - Pessoa escolhida por um Orixá 

para ser um Ogan, é chamado suspenso, por ter
 passado pela cerimônia onde é colocado em uma 
cadeira e suspenso pelos Ogans da casa, 
significando que futuramente será confirmado
 e passará por todas obrigação para ser um Ogan.

Há também outros Ogans como Gaipé, Runsó, Gaitó, 

Arrow, Arrontodé.
[editar] Candomblé Bantu

* Tata NGanga Lumbido - Ogã, guardião das 

chaves da casa.
* Kambondos - Ogãs.
* Kambondos Kisaba ou Tata Kisaba - Ogã responsável 

pelas folhas.
* Tata Kivanda ou Tata Pocó - Ogã responsável 

pelos sacrifícios animais (mesmo que axogun).
* Tata Muloji - Ogã preparador dos encantamentos 

com as folhas sagradas e cabaças.
* Tata Mavambu - Ogã ou filho de santo que cuida 

da casa de exú (de preferência um homem; as 
mulheres não devem exercer essa função, uma 
vez que mestruam, só o podendo fazer após a
 menopausa).
* Xicarangoma - O chefe dos tocadores de atabaques, 

os instrumentos de percussão.
Responsabilidade de um Ogã

É responsabilidade do ogã, não só no dia da jira como

 em qualquer dia de trabalho, olhar pelos demais médiuns,
 bem como pela integridade e pelo bom funcionamento do
 terreiro. O ogã, especialmente, tem a responsabilidade
 de se comportar como um médium exemplar e de 
orientar os demais médiuns a seguir um comportamento
 apropriado. O ogã é responsável pela jira e pelo 
transcorrer do trabalho espiritual da casa. O preparo 
de um ogã abrange a consciência do trabalho que 
desempenham e de sua responsabilidade, a 
consciência da energia que está envolvida no 
trabalho—é isso que faz um ogã.


É tradicional que o ogã seja sempre do sexo masculino.

 Essa tradição é fundamentada no fato de que sua
 função exige uma estabilidade emocional que 
é dificultada pela sensibilidade mediúnica e pelos
 ciclos hormonais característicos do sexo feminino. 
O ogã aprende e participa de diversas funções na 
casa, inclusive as que incluem manipulações energéticas
 ligadas à proteção contra trabalhos de magia. 
Nessas situações, um médium do sexo feminino 
estaria mais propenso a ser afetado emocionalmente 
do que um médium do sexo masculino, devido à 
diferença de sensibilidade mediúnica entre os 
sexos. Assegurar-se que todos os ogãs são 
do sexo masculino é, assim, uma forma de 
proteger os médiuns do sexo feminino 
(as quais são mais aptas que os médiuns 
do sexo masculino para outras funções 
dentro da casa, de igual importância).

O ogã anuncia a linha e “puxa” a vibração das 

entidades na jira, pois o mentor espiritual dos
 ogãs é o responsável por criar as condições
 adequadas que atraem as linhas que irão
 se comunicar. Assim, vê-se a importância dos
 ogãs saberem os pontos e o que cada ponto 
significa, a energia que cada ponto traz.
 A vibração espiritual associada com o 
médium que está girando está completamente
 associada com a vibração do canto e da 
voz dos ogãs. De todos os médiuns, principalmente
 os ogãs têm a função de concentrar e canalizar 
as energias durante o trabalho espiritual. O ogã, 
assim, precisa aprender não só a cantar com o voz, 
mas, também, com a alma, com o coração. 
Como o pai-no-santo precisa, muitas vezes, 
estar incorporado durante a jira, os ogãs não 
devem contar com ele para saber que linha
 e que pontos devem cantar. Com o passar 
do tempo, o ogã conquista uma grande sintonia 
com os médiuns e com os guias de cada médium, 
por estar diretamente conectado com os espíritos 
e as linhas de trabalho que estão encarregados
 a trabalhar em cada médium. Por isso, 
a preparação mediúnica antes dos trabalhos
 é particularmente importante para o bom 
desempenho de suas funções. Devido a
 essa conecção, os demais médiuns respondem,
 na ausência do pai-no-santo durante a
 jira, à forma de trabalho determinada pelos ogãs.
 Com a incorporação da entidade, é natural
 que os ogãs saibam intuitivamente, e pela
 experiência e observação, o tipo entidade
 (caboclo, exu, preto-velho etc) e a linha 
(o orixá) para a qual ela trabalha. 
Essa sintonia entre os ogãs e as entidades, 
quando apurada, dá força às entidades, 
aos médiuns e ao trabalho, de forma geral.

Ogã na Umbanda

E quase igual no candomblé, a diferença e que 

na Umbanda á palavra Ogã e utilizada para referir
 o tocador de Atabaque, mais com as funções do candomblé.



Axé a todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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