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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Xenoglossia


Conforme Ernesto Bozzano, pesquisador da metapsíquica, informa, na Introdução de seu livro Xenoglossia, que o termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet para identificar o fenômeno no qual pessoas falam em línguas que eles e, geralmente, o público presente ignoram, porém que se tratam de línguas existentes hoje ou que existiram no passado.
A necessidade de criação do termo foi devida ao termo Glossolalia, então já existente, não ter a restrição de a língua falada ou escrita no fenômeno observado ser uma língua real, existente hoje ou no passado.


No cristianismo

Diz o livro bíblico dos Atos dos Apóstolos, em seu capítulo 2, versículos de 1 a 4, que, no dia de Pentecostes, 10 dias depois de Cristo ascender ao céu, por cerca de 30 d.C, os 11 apóstolos restantes (Judas Iscariotes tinha-se suicidado) e mais Matias (o novo 12º apóstolo) estavam reunidos num cenáculo quando, de repente, veio um vento forte e línguas de fogo pousaram sobre eles e então ficaram todos cheios do Espírito Santo, começando a falar em outras línguas, conforme o mesmo Espírito lhes concedia que falassem. Nascia aí o cristianismo e a manifestação do fenômeno da xenoglossia nele, fenômeno este que viria a se repetir em outras ocasiões durante os primeiros séculos de existência do cristianismo mas que seria quase esquecido ao longo dos séculos, tendo sido, entretanto, visto como freqüente na história de alguns santos e outras pessoas.
Hoje em dia, devido ao surgimento dos movimentos pentecostais, tanto protestantes (neopentecostalismo) quanto católicos (Renovação Carismática Católica), há a manifestação desse fenômeno.


No espiritismo

Acontece entre espíritas tanto na forma falada quanto na escrita, quando o médium recebe uma mensagem de algum espírito e essa mensagem é em algum idioma desconhecido. Quando este fato acontece sem o médium ter consciência do que faz (está em transe), é porque, segundo a doutrina espírita, foi o espírito mensageiro quem lhe revelou. Segundo a Doutrina Espírita, a Xenoglossia também é intitulada de Mediunidade Poliglota.



Na parapsicologia

No entanto, numerosos casos de pessoas que falavam línguas estranhas foram estudados pela parapsicologia, que concluiu que a mente humana tem uma faculdade ilimitada de aprender qualquer coisa através de seu inconsciente, portanto a xenoglosia e a glossolalia seriam fenômenos naturais que ocorrem, em certas pessoas, em momentos de euforia, excitação, transe, etc., sem haver necessariamente nenhuma ligação com o sobrenatural


Sarava a todos Irmãos
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com

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